Currículo mostra o que a pessoa já fez. Análise comportamental mostra como ela vai trabalhar com o seu time, sob a sua pressão e no seu ritmo. Antes de contratar, e também com quem já está na equipe.
Conduzido por José Acácio Beloti Filho · BANFIX Consultoria · Mococa e região
O salário é a menor parte. O que pesa é o tempo perdido, o treinamento que não rende, o clima que azeda e a operação que trabalha desfalcada enquanto tudo recomeça.
Semanas de triagem, entrevista e integração que voltam para a estaca zero.
Tudo o que a empresa ensinou sai pela porta junto com a pessoa.
Quem ficou absorve a carga, e o desgaste atinge quem estava indo bem.
Desligar, publicar de novo, selecionar de novo. E o risco de errar de novo.
São trabalhos diferentes, com a mesma base: entender como a pessoa funciona antes de decidir o que esperar dela.
Para a equipe que já está na empresa.
Para a vaga que você precisa preencher.
Se precisa de dado, de tempo, de conversa ou se decide no impulso.
O comportamento que aparece no prazo apertado, que é o que importa para a operação.
O ambiente, o tipo de comando e o grau de autonomia em que ela entrega mais.
Se vai direto ao ponto, se contextualiza, se evita conflito ou se confronta.
A área em que ela produz mais gastando menos energia, que é onde vale investir.
Antes de olhar candidato, entendemos a função, o time em que a pessoa vai entrar e o estilo de gestão que ela vai encontrar.
Os candidatos passam pelo instrumento de leitura de perfil, aplicado e interpretado pelo consultor.
A empresa recebe a leitura de cada finalista lado a lado, com os pontos de aderência e os pontos de atenção de cada um.
Uma conversa para discutir o que os dados mostram. A decisão continua sendo da empresa, agora com critério em vez de impressão.
Cada pessoa avaliada com o resultado registrado, e não uma impressão de entrevista que se perde na semana seguinte.
Quem participa entende o próprio resultado. Isso transforma a avaliação em desenvolvimento, não em julgamento.
O consultor apresenta o que os dados mostram e discute a aplicação prática com quem vai liderar aquela pessoa.
Ferramenta de perfil sem interpretação é papel bonito que não muda decisão nenhuma. O valor está na leitura de quem entende de gente e de ambiente corporativo, não no relatório que o sistema gera sozinho.
Não. Ela qualifica a entrevista. Você continua conversando com o candidato, só que sabendo o que perguntar e o que observar.
Serve, e faz ainda mais diferença. Em time pequeno, uma contratação errada pesa proporcionalmente muito mais.
Dá, e é um dos usos mais comuns. Ajuda a decidir realocação, promoção e composição de equipe com critério.
Sim. A devolutiva individual faz parte do processo. Avaliação sem devolutiva vira julgamento pelas costas, e isso quebra a confiança do time.
A análise comportamental descreve como a pessoa age e é o instrumento adequado para decisão de contratação. O ENEAFIX trata da motivação por trás do comportamento e é ferramenta de desenvolvimento.
O orçamento é personalizado, montado depois do diagnóstico. E o diagnóstico é gratuito.
Quarenta e cinco minutos, sem custo e sem compromisso, para eu entender a vaga ou o time e apontar onde a leitura de perfil faz diferença no seu caso.
Retorno no mesmo dia útil.
Depois que a pessoa entra, o que sustenta a permanência dela é liderança preparada. É isso que o AGUIAFIX trabalha.